Voltando pra casa com Papai

Voltando pra casa com Papai
Olá amores, me chamo Madiee, tenho 18 aninhos, sou branca,peitinhoos, ambos naturais e firminhos (ah, e uma buceta bem lisa e rosinha rsrs). Era um dia normal, três da tarde, hora em que meu cursinho acaba. Sai da sala e me dirigi até a saída, e por onde eu passava, sempre atraia olhares, sedentos por sexo, loucos pra me jogarem no chão e me foderem ali mesmo. Eu meio que gosto disso, da sensação

de ser desejada. Quando finalmente cheguei à calçada, meu pai estava me esperando, dentro do carro, como de costume. Ele e minha mãe estão se divorciando, minha mãe parece não estar incomodada, talvez ela tenha um amante ou algo assim… Mas meu pai, ele anda muito estressado, deprimido, as vezes é até rude sem motivo. Mas ele não está assim porque ainda ama minha mãe, eu percebo que o amor entre eles acabou faz um tempo, ele está assim por falta de sexo, e nas condições que minha família anda, não passamos nenhuma necessidade, mas também não temos dinheiro pra ele esbanjar com putas. Entrei no carro e nós nos cumprimentamos com um beijinho no rosto, e partimos para nossa casa, e não demos um piu o caminho todo. Chegamos em casa, minha mãe ainda estava no trabalho e meu pai estava de folga naquele dia (eles ainda moram juntos na nossa casa, que será da minha mãe depois que finalmente se divorciarem), então nós ficaríamos sozinhos lá por mais algumas horas. Quando ele deligou o carro, enquanto o portão da garagem fechava, perguntei a ele se ele estava bem, se ele estava mais calmo, mas ele não gostou muito da pergunta:

– Meu Deus Madiee, cala a boca, você fala como se eu fosse doente!

– Eu só queria saber se você tá bem, mas se você acha ruim que eu me importe com você, então vai se foder! – Respondi gritando enquanto ainda estávamos no carro. Ele suspirou arrependido pelo que fez:

– Desculpa Amor, eu não queria ser grosso desse jeito, mas caralho, essa merda de divórcio tá acabando comigo…

Eu tentei segurar, mas não consegui, ainda estava nervosa:

– É, o divórcio pode até estar te matando, mas sabe o que mais tá te matando? Você não fode ninguém já faz tempo!

Ele olhou espantado pra mim:

– O queMaddie? Não, não tem nada a ver com isso…

– Nem tenta esconder pai, dá pra ver nos seus olhos que você que muito transar. – disse com um sorriso no rosto.

– Ta bom, você tá certa, eu admito, eu preciso me aliviar, mas gastar dinheiro com putas agora não tem como.

No momento me veio uma solução na cabeça: eu poderia ajudar ele a se aliviar, eu sei que é errado, mas é para o bem dele, então não teria problema. Eu tinha quase certeza que ele não iria aceitar, mas não custava arriscar:

– Olha, eu sei que vai parecer loucura, e até mesmo errado, mas, isso não está afetando só você, tá afetando a mim também, então se for pra te ajudar a melhorar, eu te ajudo a se aliviar.

– Não acredito que você tá me sugerindo uma coisas dessas! Você é minha filha!

– Sim, eu sou sua filha, e também sou uma novinha gostosa pra caralho que ninguém consegue tirar os olhos de cima, e que, acima de tudo, quer te ajudar. E outra coisa – dizia eu enquanto desabotoava meu sutiã por debaixo da camisa – Não vai me dizer que você nunca teve vontade de cair de boca nesses peitos? – perguntei enquanto jogava meu sutiã no banco de trás e levantava minha camisa mostrando meus dois peitões pra ele. Eu já estava começando a ficar com tesão, e ele também, pois seu pau crescia cada vez mais enquanto olhava fixamente para os meus peitos. – você já está de pau duro só de olhar pra eles, aceita logo vai. – disse pra ele com uma voz provocante, enquanto mordia os lábios com uma verdadeira cara de puta. Ele não disse nada, só olhou pra mim, e em seguida, agarrou os meus peitos e me beijou na boca com vontade. Depois de um bom tempo nos beijando, ele parou e disse:

– Então você quer me ajudar? Ok, eu aceito. Desce do carro agora.

Eu obedeci e nós descemos do carro, mas antes que eu pudesse fechar a porta, ele já estava na minha frente mandando eu ficar de joelhos. Ele ia me foder ali mesmo, isso deixou minha buceta toda molhadinha. Eu desabotoei a calça dele rapidamente, revelando aquele pau enorme bem próximo a minha boquinha, o que me fez soltar um gemido de desejo. Eu abocanhei aquele delicioso caralho e coloquei inteiro na boca de uma vez. Eu estava amando aquilo, e ele também pelo jeito. Eu o chupava violentamente, tirava e engolia seu pau todo novamente, meus olhos lacrimejavam devido ao esforço que fazia pra engolir aquela tora. O pau dele, entrando e saindo sem parar, arrombando minha garganta, me deixava toda babada. Eu chupava olhando pra ele com um lindo sorriso, enquanto escorria baba da minha boca até cair nos meus peitos e depois, no chão. Minha camisa e meus peitos ficaram encharcados, e aquele delicioso boquete durou por vários minutos, eu com minhas mãos em suas coxas, empurrando minha boca contra aquele pau maravilhoso, e ele puxando meu cabelo, me ajudando a engolir o seu cacete. Ele começou a gemer alto, dizendo que ia gozar, tirou o pau da minha boca e eu olhei bem pra ele com a boca e olhos bem abertos, e ele soltou jatos enormes de porra e lambuzou toda a minha cara e meus peitos. – Não quero que você desperdice uma gota da minha porra. – Eu obedeci suas ordens, recolhendo com os dedos todo o esperma que meu cobria e depositando na minha boca. Depois de alguns segundos, ele olhou ao redor e balançou a cabeça como quem está desapontado:

– Olha só a sujeira que você fez. Está toda babada… Olha só, molhou até sua camisa, o chão… Vou te dar um castigo bem merecido mocinha! Levanta daí já!

Eu levantei entusiasmada e cheia de tesão para ver o que vinha a seguir, e assim que fiquei de pé, ele agarrou meu cabelo como um rabo de cavalo e me colocou de quatro no banco do passageiro, que ainda estava com a porta aberta de quando eu desci do carro. Ele puxava meu cabelo e dava tapas na minha bunda, eu pedia loucamente pra ele não parar, até que em certo momento ele dava tapas na minha bunda, peitos e rosto. Aquilo me deixou com tanto tesão que eu não consegui mais segurar os gemidos e minha buceta ficava cada vez mais molhadinha, até que minhas calças ficaram molhadas. A sensação da calça jeans molhada, encolhendo e pressionando minha buceta, apenas aumentava meu tesão. Ele percebeu que eu estava toda molhadinha, se abaixou um pouco e arriou minhas calças até os meus joelhos, deixando minhas coxas, bunda, e, principalmente minha buceta à mostra, que eu sentia escorrer pelas minhas pernas. – Acho que você aprendeu a lição, agora está na hora de você ser recompensada por ser uma filinha tão boa e obediente. – Nesse momento, os dedos do papai tocaram meu clitóris, e sua língua veio logo depois, passando por toda minha buceta, e até penetrando-a por alguns instantes. Eu apertava o banco do carro fortemente com as mãos para controlar meu orgasmo e não gemer aos berros, mas ele me chupava como ninguém nunca me chupou, era a melhor chupada da minha vida, eu não consegui me controlar, prendi sua cabeça na minha buceta com uma das mãos – Pai por favor não para, eu já vou gozar, não para de chupar! – pedia eu aos berros em meio aos gemidos. Quando eu finalmente gozei, minha buceta esguichou várias vezes durante o orgasmo, no rosto do meu pai, no chão, no banco, minhas calças e até mesmo a porta do carro. Um grito final atordoante ecoou por toda a garagem, indicando o fim do melhor orgasmo que eu já tive. Depois disso, minhas pernas tremiam, estavam completamente bambas, mas o papai ainda estava com tesão, e eu também. Eu continuei na posição em que estava, de quatro no banco do passageiro, até que senti algo duro feito pedra esfregando na entrada da minha buceta. Ele começou com movimentos suaves, metendo aos poucos até entrar tudo, e depois disso, ele atarracou o meu pescoço com uma das mão e segurou bem firme com a outra na minha cintura, acelerando o ritmo e passando a meter com uma força e velocidade enormes. Eu queria gemer, mas os sons não saiam da minha boca pois ele apertava meu pescoço com força, me deixando até um pouco tonta pela falta de ar. Ele dizia ofegante:

– Eu sei que você quer gemer, você tá adorando isso, não tá!? Sua vagabunda! Sua puta safada!

E de tempos em tempos ele aliviava um pouco meu estrangulamento, para que eu pudesse respirar e gemer. A sensação de ser enforcada, a falta de ar, os gemidos reprimidos e o pau do papai dentro de mim, tudo isso só me deixava mais molhada e ousada. – Ai papai, a sua putinha adora quando você fode ela. Fode o cu dela agora vai! Mete sem dó, com força, arregaça a sua puta todinha com esse caralho! – eu pedia gemendo e em alto volume. Adorava fazer anal e estava louca pra sentir o pau dele no meu cuzinho. – Já que você pediu, você vai ter, mas se não aguentar eu vou meter mesmo assim e vou deixar sua garganta roxa!

Ele tirou o pau da minha buceta em um segundo e socou tudo de uma vez no outro. Eu já estava bem acostumada com anal, mas a dor era inevitável. Meu cu latejou de dor quando ele me penetrou, fazendo eu soltar algumas lágrimas e uns gemidos com tom de choro, mas logo a dor sumiu, restando apenas o prazer, e meus gemidos logo voltaram ao seu tom sexy e provocante. Depois de algum tempo fazendo anal, eu já estava exausta, tanto tempo boquiaberta enquanto gemia que minha boca começou a doer. De repente papai começou a gemer e aumentou a velocidade, anunciou em alto e bom som que iria gozar, apertou meu pescoço com força, mas dessa vez com as duas mãos, e manteve seu pau dentro do meu cuzinho, liberando tanto leitinho no meu cu até escorrer pra fora. – Recolha sua roupa e vá para o banheiro tomar um banho. – Ele disse próximo ao meu ouvido, com uma respiração forte. – Papai vai dar um jeito nessa bagunça. – Eu recolhi minha roupa, e antes de entrar em casa, disse a ele enquanto massageava meus peitos e brincava com a baba que ainda lambuzava meu rosto, com uma carinha muito safada:

– Nós ainda não acabamos, então espero que você não demore muito pra limpar nossos “rastros” – soltei uma risadinha com um lindo sorriso no rosto – porque eu estou louca de vontade de tomar um banho com você.